O cearense João Marinho Neto, morador do município de Apuiarés, foi reconhecido como o homem vivo mais velho do mundo. Aos 112 anos e 53 dias, ele recebeu a certificação da ONG LongeviQuest, entidade internacional especializada em pesquisas sobre longevidade e validação de idades supercentenárias.
João assumiu o posto após a morte do britânico John Tinniswood, que faleceu no último dia 25, na Inglaterra, aos 112 anos e 91 dias. O reconhecimento oficial foi divulgado pela organização nesta terça-feira (26).
Antes de se tornar o homem mais velho do planeta, João Marinho Neto já havia sido reconhecido como o homem vivo mais velho da América Latina, título conquistado em abril após a morte do venezuelano Juan Vicente Pérez Mora, que viveu até os 114 anos.
João assumiu o posto após a morte do britânico John Tinniswood, que faleceu no último dia 25, na Inglaterra, aos 112 anos e 91 dias. O reconhecimento oficial foi divulgado pela organização nesta terça-feira (26).
Antes de se tornar o homem mais velho do planeta, João Marinho Neto já havia sido reconhecido como o homem vivo mais velho da América Latina, título conquistado em abril após a morte do venezuelano Juan Vicente Pérez Mora, que viveu até os 114 anos.
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Segundo a LongeviQuest, João ocupa atualmente a 50ª posição entre as pessoas mais velhas do mundo. As 49 pessoas à sua frente no ranking são mulheres, reforçando uma tendência observada em estudos sobre longevidade, que apontam maior expectativa de vida entre o público feminino.
Natural do Ceará, João construiu uma grande família ao longo de mais de um século de vida. Ele foi casado duas vezes e tem seis filhos vivos, além de 22 netos, 15 bisnetos e três trinetos.
Em comunicado, a LongeviQuest parabenizou o cearense pela conquista. “Estendemos nossos sinceros parabéns a ele e sua família por essa conquista notável. Desejamos a ele saúde contínua e muitos anos de felicidade. Sua história é uma inspiração para pessoas em todo o mundo”, destacou a organização.